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Hidra o mostro que irá devorar a todos nós - Veto nº 46/2021 " sobre as F@ke News" - 28/05/2024 - fake news algoritmo inteligencia artificial

Atualizado: 14 de jun.


A quem tentasse decapitar a Hidra descobriria que assim que uma cabeça fosse cortada, mais duas surgiriam da ferida , como as #fakenews
Hidra o mostro irá devorar a todos nós

Inspiração A Jornalista Natuza Nery - GloboNews - Magaly Prado - C4AI USP


fake news algoritmo inteligencia artificial



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Hydra, na lenda grega, descendente de Tifão e Equidna (de acordo com a Teogonia do antigo poeta grego Hesíodo), um gigantesco monstro semelhante a uma cobra d'água com nove cabeças (o número varia), uma das quais era imortal. O refúgio do monstro eram os pântanos de Lerna, perto de Árgos, de onde ele emergia periodicamente para atormentar o povo e o gado de Lerna. Qualquer um que tentasse decapitar a Hidra descobriria que assim que uma cabeça fosse cortada, mais duas cabeças emergiriam da ferida recente.


A destruição da Hidra de Lernean tornou-se um dos 12 Trabalhos de Hércules. Para esse e outros trabalhos, Hércules contou com a ajuda de seu sobrinho Iolaus. À medida que Hércules cortava cada cabeça mortal, Iolaus foi incumbido da tarefa de cauterizar as feridas recentes para que nenhuma nova cabeça surgisse. Quando restou apenas a cabeça imortal, Hércules cortou-a também e enterrou-a sob uma pedra pesada. Além disso, ele mergulhou suas flechas no sangue venenoso (ou veneno) da besta para poder infligir ferimentos fatais. (Britannica )



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30 maio 2023


Quando os assuntos são a desinformação e a disseminação de notícias falsas, é evidente a necessidade de se discutir a dificuldade de filtrar e buscar a veracidade da grande quantidade de informações que chegam a nós diariamente. Tal dificuldade pode ser explicada pelo grande número de fontes de divulgação de dados e de notícias, como as redes sociais, que nem sempre são confiáveis e que, ainda assim, em razão da globalização e da facilidade de alcance dos grandes públicos gerada pela internet, se espalham rapidamente.

Principalmente notícias falsas, que se espalham nas redes sociais de diversas formas, como, por exemplo, a priorização de conteúdos sensacionalistas e polêmicos por algoritmos de recomendação, aumentando sua popularidade. Perfis falsos são usados para espalhar desinformação em grande escala. Além disso, as pessoas, por conta própria, compartilham notícias sem verificar sua autenticidade, contribuindo para a disseminação de notícias falsas. A falta de regulamentação e a velocidade com que certas informações se espalham, nas redes sociais, também, contribuem para a disseminação dessas notícias enganosas.

Diante desse cenário, um grande problema vem se alastrando ao longo dos anos: a sociedade vem se alienando com informações entregues de forma fácil e prática, as quais, muitas vezes, não têm veracidade comprovada, em posts ou links com apenas uma determinada parte do assunto, e não a sua fundamentação completa, o que pode levar a uma compreensão completamente distinta daquela inicial. Por essa razão, o ser humano tem ficado cômodo com esses facilitadores, limitando-se a não ir atrás de fontes ou de qualquer artigo no qual possa aprofundar o conhecimento ou verificar a veracidade das informações encontradas, facilitando a disseminação de fake news.

Ainda dentro desse contexto, é necessário abordarmos sobre a inteligência artificial (IA), que pode ser considerada a maior criação do nosso século, pois esse dispositivo “pensa como uma pessoa” e produz documentos, imagens e textos a partir de informações disponibilizadas, como o famoso ChatGPT, um modelo de inteligência artificial que responde a perguntas e fornece informações com respostas coerentes e contextuais. O objetivo da ferramenta é promover apoio conversacional e solucionar dúvidas com precisão. Um dos grandes problemas surgidos e que deve ser enfrentado é o fato de que os documentos por ela criados podem não ser detectáveis em alguns sites ou máquinas antiplágio, pelo fato de elaborar textos de modos diferentes, em uma tentativa de expor os resultados como um ser humano abordaria aquele determinado assunto. Dessa forma, futuramente, poderemos enfrentar problemas relacionados, por exemplo, à autoria de trabalhos científicos e acadêmicos, diante do uso sem moderação desse novo instrumento.

Outro grande problema é que, automaticamente, a nossa mente compreende que não é mais necessário pensar tanto, pois há uma ferramenta que “substitui” a nossa intelectualidade. De início, a IA veio com o intuito de somar e facilitar nossa vida, ou seja, como um auxílio para buscas mais eficazes e rápidas. Por outro lado, será que pode ser considerada indiscutivelmente confiável, já que pensa como um indivíduo?

Portanto, pesquisadores alertam que a sociedade está sendo parte de um experimento para verificar como os indivíduos agirão em relação à inteligência artificial. No futuro próximo, é provável que enfrentemos desafios adicionais na identificação da verdade e na verificação de informações devido ao avanço tecnológico. Com o surgimento das técnicas avançadas de manipulação de mídia, como as deepfakes (manipulação de mídia que usa inteligência artificial para criar fotos, vídeos ou áudios falsos), pode se tornar mais difícil distinguir o que é real do que é falso. Um exemplo recente, que pode ilustrar essa questão, é a foto do papa Francisco vestido com um casaco de grife, extremamente realista e que gerou grande polêmica nas plataformas digitais. A foto foi veiculada, até mesmo, em portais oficiais de notícias e somente foi desmentida e reconhecida como uma obra de ferramentas de IA horas após a sua divulgação inicial maciça.


Assim, é fundamental a atenção de todos para que mais desinformação não se faça presente na sociedade moderna, na qual há o receio da extinção da intelectualidade natural. Nesse sentido, esperamos que sejamos capazes de exercitar o nosso raciocínio lógico e pensamento crítico, pois, dessa maneira, teremos a sensibilidade de compartilhar informações verdadeiras, seguras e estudadas.

(1. Pesquisa: Ana Letícia Pires Bastos, Lívia Maria de Oliveira, Eduardo Dornelas de Castro, Ellen Gabriela Vitor Toledo da Silva, Eloá Vaz Apóstolo de Lima, Emily Borges Honorato, Giovanna Belchior, Lais Ferrarez Bueno, Laís Helena Pacheco Silva, Maria Luísa Guerra, Rayssa Lisbôa França, Sâmella de Souza Araujo, Samuel Rumão Batista, Victória Araújo Viana, Lana Laíse Dias e João Marcos Ferreira Araújo.2. Apuração: Brenda Liliane, Isabela Cardoso, Yasmin Eduardo e Eduardo Dornelas de Castro.3. Redação: Paula Natsumi Vasconcelos Iamassita e João Marcos Ferreira Araújo.)

4. Revisão: Alessandra Giovana Moser, Maria Luiza Azevedo, Letícia Morais de Almeida, Greicy Kelly, Brenda Letícia Nascimento Schumann, Maria Rita Schwinden, Renata de Mello, Júlia Miranda Quagliatto, Danielle Silva Cavalcante, Raíssa de la Torre, Jakeline Barra Nascimento, Rebeca Fernandes Seti, Marina Rodrigues Godinho, Ísis Cruz, Nathalia Uryu, Ester de Aguiar, Geovana Duarte de Sousa e Ludmila Harumi Baesso.



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Informações Complementares :



[ Como a proliferação das ‘fake news’ e seus algoritmos complexos pode danificar a cultura democrática ( C4AI USP ) ]


[ Como a proliferação das ‘fake news’ e seus algoritmos complexos pode danificar a cultura democrática ( C4AI USP ) ] ( Magaly Prado )




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Transcrição do vídeo :


E o camarotti disse me lembrei daquela daquela imagem da mitologia grega, né do da do monstro da Hidra que é um monstro corpo de monstro e cabeça de serpente que vai comer todos eles esse monstro vai engolir todos eles que não operam na indústria das fake News.

Cerca de 300 votos votos a favor da fake News porque imagina que quem tá votando contra contra uma medida que inibe a fake News tá votando a favor então 300 votos a favor de fake News é um estrondo é um estrondo tanto tem aí um sinal Claro não é só a Extrema direita nessa agenda é a direita também é o centro direita também é o que a gente chama de "Centrão" de braço auxiliar da Extrema direita enquanto boa parte do Rio Grande do Sul, ainda tentava entender como enfrentar a maior tragédia climática da sua história as redes sociais foram invadidas por todo o tipo de mentiras são sempre as milhares de vídeos e mensagens circulando nas redes sociais primeiro vídeo diz que as doações para ajudar as vítimas estão sendo retidas na cidade de Lajeado a história de uma suposta visita do presidente Lula. Mas isso é mentira gente. Esse vídeo é antigo, ele já tinha circulado em setembro do ano passado e na época o Lula tava na Índia para a Cúpula do G20 o secretário chefe da casa civil do

Do Rio Grande do Sul, Arthur Lemos afirmou que é falsa essa informação os que estão sendo retidas essas doações impostos pra cobrança de tarifas o alvo principal dessas mensagens o trabalho de prioridades públicas é para dizer que o estado é lento. Que o estado não chega que o estado é preguiçoso que o estado nada tá fazendo a outra ideia que tá centralizada no disparo de fake News. E aí você tem diversas fake News com essa mesma ideia é a de que o estado atrapalha e para quem está lá na ponta dos trabalhos de resgate ajuda as vítimas é a desinformação que tenham atrapalhadoe muito e as fake news muito prejudicar o trabalho porque as pessoas estão ajudando principalmente os nossos militares são A grande maioria 20.000 agentes públicos  estão trabalhando aqui 10.000 mais ou menos são do exército brasileiro. Talvez o que mais atrapalha a gente hoje é fake News, né? Porque a toda hora eu vejo assim as pessoas né? Elas tentam fazer disputas, né ou pra likes ou disputas políticas e isso atrapalha o trabalho de todos da sociedade dos voluntários do poder público. Olha é mais um dos Desafios não bastasse ter quee religar. Ah serviços reconstruir estradas atender pessoas que estão desabrigadas a gente ainda tem que gastar energia para combater fake News pessoas que tentam distorcer os fatos então o caminho da fake news ele parte de de fragmentos ele tira

um fragmento da realidade e a partir daí eh se dá a ele uma interpretação eh maliciosa e ele da escala outra coisa. Ele é muito fácil de você, absorver então é São textos muito categóricos supostamente convincentes então. Isso facilita com que a pessoa que receba essa informação ela distribua essa informação como se fosse verdadeira isso ganha escala. Qual é o ponto negativo? Você tinha feito a pergunta lá atrás é do como que isso bate no na outra ponta isso bate na ponta aqui que as autoridades têm que gastar energia autoridades de várias esferas, tem que gastar energia pra desmentir é notícias falsas. Quando essas atuações poderiam estar concentradas é É nos esforços que o Rio Grande do Sul ainda Precisa Além disso ele põem descredito ele ajuda quando os créditos autoridades o que o que é ruim do ponto quando a gente pensa num ponto de vista da Democracia é tem uma tem uma uma consequência nisso né? Pode ter uma consequência o poder público  vai continuar e vai precisar continuar atuando lá por muito tempo pelo que a gente vê infelizmente Natuza pelo o que a gente  vê ela continua circulando os alvos. Eles vão mudando isso é dinâmico eh, mas ela continua circulando numa velocidade assustadora a questão. É então você tira um fragmento você tinha um fato que existiu, você distorce isso e replica e o efeito na ponta. Ele é muito muito negativo, como é que é possível identificar uma

Acho que muita gente vai se interessar por essa resposta e quais dicas você destaca Natuza uma boa um caminho, é usar a imprensa profissional checar se aquele conteúdo já foi publicado na imprensa profissional nos grandes veículos uma outra coisa a alegação normalmente quando você joga eh eh a fake News no Google verificar o que retorna você retorne em forma de notícia. Eh eh de veículos de imprensa de veículos de imprensa enfim de sites que o leitor jogo confiável e da imprensa profissional. E além disso a outra coisa Existem várias o G1 mantém #fatooufake existem outros vários serviços de checagem é que podem ser consultados é e e e e e e e e duvidar quando a coisa foi muito categórica, né? Assim quer dizer ela sempre as fake News, ela sempre são muito assertivas e categóricas, elas são muito fechadas de certezas são cuidados importantes para você não repassar porque isso na ponta pode pode gerar um dano tremendo como a gente tá tremendo já acontecendo no Rio Grande do Sul a Ponta das autoridades terem enfim estarem gastando um tempo Tremendo com isso agora. Tem um outro elemento aí que me lembra muito o período da da pandemia, queria até ver com . você quais são as semelhanças do período da pandemia em relação a esse momento atual? É porque tem um foco também na na na imprensa, né? Por que que as notícias falsas se voltam pelo menos em boa parte pra descridibilizar a imprensa e

As instituições públicas Pablo e quais as consequências disso naturalmente eu acredito que isso tem a ver com o caráter das forças políticas que estão promovendo esse discursos, né que elas são Populistas na Ciência Política tem horas (sic), mas pra descrever um consenso de definir populismo como um discurso político eh anti elites que opõem os roubos contra às elites, às vezes compras elites econômicas às vezes contra as elites políticas e culturais durante a pandemia esse tipo de discurso foi muito né, a desconfiança do cientista desconfiança dos meios de comunicação desconfiança, dos agentes governamentais isso foi isso causou muito Impacto durante a pandemia, né? Eu mesmo tipo, eu acho que é o mesmo fenômeno geral está manifestando diferentes maneiras aqui e ali a hipótese mais provável é que tem um setor que tá criticando o governo e causando casos específico fazendo generalizações e isso tá embolando com desconfiança que as pessoas têm dos agentes públicos naturalmente o governo federal instalou um grupo de trabalho para combater a divulgação de fake News sobre a tragédia no Rio Grande do Sul, segundo a Advocacia Geral da União a disseminação de conteúdo falso já está impactando negativamente o trabalho de ajuda das vítimas além da AGU participam do grupo o Ministério da Justiça A secretaria de comunicação social da presidência e a Polícia Federal da desinformação e do movimento de desacreditar As instituições públicas, né que tem ali como você disse uma motivação uma motivação política. Há também um outro elemento a gente sempre tem que analisar quando a gente avalia a fake News que é a monetização. Ou seja pode ter muita gente ganhando dinheiro ou tem muita gente que essa afirmação eu posso fazer ganhando dinheiro com essas fake News que estão navegando pelas redes não tem basicamente dois canais principais tem outras maneiras indiretas, mas o principais são as ferramentas de monetização da plataformas, né? Então o YouTube por exemplo, ele monetiza é canais, né? Então a gente tem influenciadores que ficam levantando temas controversos É temas apaixonados que gera um engajamento isso atrai uma grande audiência e ele recebe a ação por conta da publicidade veiculada nesse canal a mesma coisa acontece com os sites site que a gente chama ultra partidários (sic)  isso que também tem muito  tema é também do Google, né? Que coloca em nichos (sic) e remunera os sites. Por conta desses anúncios. Então acho que essas são as duas maneiras é pelas quais esses esses grupos aí que disseminam desinformação distorção inverdades. Eles também vão ser remunerados e se sustentam ao  decorrer do tempo.

Ao mundo todo está preocupado com pluralidade com Diversidade com acesso a uma notícia que tenha integralidade um novo conceito em razão das fake News ou seja, ela realmente seja confiável que esteja baseada em fatos e Evidências e eu trouxe hoje uma discussão sobre a legislação da comunicação como eu tô falando que a notícia ela não pode ser priorizada em relação a outra além da gente tem que mostrar sempre os dois lados. Esses são os valores constitucionais Cláudio que a gente então cada vez mais atuais no mundo de hoje. Às vezes a gente pensa que a comunicação alguma coisa imaterial quando na verdade ela tem uma relação muito forte com autonomia do indivíduo, por exemplo as emissoras de TV. Elas têm a obrigação de ouvir os dois lados nas suas programações e a pergunta sempre é e as redes sociais, como é que fica essa discussão da imparcialidade no entanto, é isso a gente pega por exemplo.

a discussão de Facebook Google, né? Alphabet(sic) todas essas empresas, elas não necessariamente embora não produzam conteúdo elas não necessariamente tem esse cuidado de a informação ser bastante. Ampla o suficiente para poder dar um sentido real do fato que está sendo narrado, por exemplo. É o Facebook ele reconheceu recentemente que é muitas das suas notícias ou da sua prioridade de que é mostrada na página dos seus usuários realmente provocam reações extremas porque essas reações são mais propensas a obter cliques engajamentos e também em comentários e compartilhamentos Estudos mostram também Cláudio que os algoritmos são responsáveis pela maior parte do que nós consumimos os algoritmos são os sistemas que são sim programados pelas empresas a partir de uma série de interações, por exemplo o diretor do YouTube Miam Mohammed (sic) ele afirmou que mais de 70% do tempo que a gente tá na rede, (sic) sim recomendações que são dadas a partir do YouTube é e portanto a gente acaba sendo atraído e pautado por esse tipo.

Sistema de Inteligência Artificial Cláudio seguindo Então nesse nesse caminho nessa nessa discussão do viés algoritmo é o Alexandre González, ele participou de um curso sobre plataformas digitais em Brasília e ele apresentou vários estudos, inclusive um outro estudo que eu gostaria de destacar Cláudio É sobre o YouTube nas buscas com relação a eleição do trump e do Clinton entre agosto outubro novembro de 2016, parece um pouco defasado, mas na verdade são estudos bem atuais porque foram analisados mais de 8.000 vídeos e foi identificado sim Cláudio um viés bem expressivo de recomendação de vídeos contrários a candidata na época Hillary Clinton e favoráveis à Donald trump essa denúncia veio porque a gente não sabe bem essas empresas não prestam contas de como que esse sistema funciona, na verdade. É que é muito difícil responder essa pergunta, mas nós tivemos aqui uma audiência na Câmara dos Deputados pela France Haugen (sic) alguém que é uma ex-funcionária ex diretora uma pessoa que teve um papel muito importante no Facebook e ela revelou que os conteúdos que suscitam realmente é reações extremas eu tô falando de reações extremas não necessariamente violentas, mas que geram mais emoção nas pessoas elas têm maior probabilidade de receber.

Também é cliques e Recopampatilhamentos e isso é importante porque com isso né? Faz com que é as as mídias digitais realmente Lucrem mais e elas tenham uma um ímpeto uma motivação para realmente é gerar um conteúdo priorizar esse conteúdo extremo Facebook, ele mentiu com relação ao que as pesquisas próprias deles apresentadas sobre o papel dos seus serviços tem e o incentivo e a produção e a distribuição de conteúdos desinformativos nocivos licitador violência que o Facebook mentiu sobre o papel que o serviço deles desempenham no impacto da Saúde Mental das Jovens e crianças e por fim os documentos mostram que os próprios pesquisadores e engenheiros da empresa tem noção que a vocês a eficácia que é apresentado ao público sobre o sistema algorítmico da empresa do que diz respeito ao enfrentamento e derrubada desse tipo de conteúdo e contas ele também é mentiroso e agora outra discussão recorrente na mídia é sobre a tendência de privilegiar conteúdos que são incitadores de violência, o que que as pesquisas mostraram sobre isso especificamente exatamente Cláudio como eu falei o conteúdo. Extremo não necessariamente é um conteúdo Violento, mas esse é um outro elemento que as pesquisas também mostram.

Existe sim uma tendência de mostrar coisas bastante violentas, eu inclusive participei na semana passada do Fórum Brasileiro de internet em Curitiba e um dos dados que foi colocado é que as crianças não Tik Tok Elas têm acesso o próprio algoritmo joga pra elas imagens, por exemplo de uma pessoa sendo eh atropelada por um caminhão e depois o próprio corpo da pessoa é filmado e tudo isso tá acessível para crianças é enfim de qualquer idade é bem sério isso né um relatório interno da Meta que é justamente o Facebook o Instagram e WhatsApp que é super forte no Brasil, a gente sabe o poder que essas redes sociais têm no Brasil, por exemplo e esse relatório ele é muito interessante e ele se chamou a "viagem de Carol ao QANON" e ele ilustra como os sistemas de recomendação do Facebook realmente contribuem com esses conteúdos extremistas e muitos muitos deles violentos também e o que os pesquisadores fizeram. Foi criar um perfil fictício e isso foi a própria empresa e gente em apenas dois dias Cláudio dois dias, né? É esse esse perfil já estava recebendo recomendações para seguir e esse grupo que é QANON que é um grupo extremista político e tal como uma série de ações aí questionáveis, então e uma semana esse vídeo mostrava então.

Páginas uma série de páginas o feed falso do próprio Facebook uma série de páginas que violavam os termos e condições de uso da própria plataforma muitas informação muito discurso de ódio e apesar de todas essas estudos e essas experimentações que a gente vê dentro das próprias plataformas, porque tudo isso é monitorado por eles obviamente, né? o CEO da empresa Mark Zuckerberg em 2020, né? Apresentou uma lista de interações suaves e duras quer dizer foi apresentado a essa lista, né? Ou seja, o que que seria realmente é acessível com conteúdo mais interessante mais palatável, o que que seria interações realmente é que mereciam maior atenção e ele foi então acabou decidindo que ele não iria coibir essas chamadas interações duras porque é o  CEO da empresa privilegiou o que ele chamou o dia interações sociais significativas tinha a sigla de MSI do sistema de recomendação da plataforma havia opção, dele simplesmente remover esse tipo de interação significativa ou Extrema e a decisão foi meramente comercial segundo o pesquisador Alexandre González especialista no tema de aumentar o engajamento e o fluxo de conteúdo porque isso realmente.

É leva a empresa a uma maior uma maior lucratividade agora voltando para o tema da eleição conteúdo visualização e interação de rótulo eleitoral que tem a natureza de campanha eleitoral. Ou seja a própria empresa não sabe que método Ela utiliza né para monitorar esses conteúdos ou seja os viéses algoritmos, eles acabam acontecendo simplesmente por uma remoção ou por uma denúncia e não tem uma atitude mais preventiva ou proativa é por isso Cláudio que a solução da regulação me parece sempre a mais adequada para discussão dos vieses algorítmicos. Vamos ouvir o pesquisador a regulação hoje que seria o primeiro passo é importante para poder avançar. Inclusive no sentido de melhor ter uma compreensão no debate público sobre a real funcionamentos dessas plataformas na moderação de contas de conteúdos a relação delas com determinados produtores a relação dela com determinados grupos econômicos que também tem uma uma grande faixa de renda ou de trabalho e atuação nesses ambientes  digitais é através de construção de mecanismos de Transparência de exigência de apresentação por parte das empresas de relatórios então mais detalhados e mais granulados(sic) do processo de tomada de decisão que essas empresas fazem nossa esperança como especialistas como pesquisadores e acadêmicos e técnicos mesmo.

Atentos à questão da desinformação crimes digitais discurso de ódio nas redes incitação à violência e uma série de outras questões é que a gente verifica muito intensamente na rede atualmente é que o debate da regulação seja realmente retomado aqui nessa casa o mais brevemente possível com atenção foi justamente a ausência do governo nos debates do FIB(sic). E se a gente não tem Cláudio o governo os políticos a câmara dos deputados que fazem as leis e fazem as políticas públicas para realmente regulamentar colocar na lei como todos os outros países estão fazendo nós vamos continuar falando para nós mesmos em termos de academia em termos de sociedade civil é absolutamente inútil, portanto é absolutamente imprescindível que a gente materialize positive, né a nossa regulação na forma de leis porque a auto-regulação que funciona hoje pelas leis do mercado, eu acredito que a sociedade inteira É já entendeu? Que isso é uma ameaça para as famílias para cada indivíduo para as instituições e para a democracia do Brasil. Precisamos de eleições limpas neste ano então elas são articuladas e viralizadas onde a maioria do público alvo está e faz eco. Então parece uma faca uma frase assim meio de marketing, né? Onde o público está mas é onde o público está mesmo, pelo menos a grande maioria.

de quem eles querem atingir então antigamente eles vão atingir as pessoas pela televisão pela rádio e hoje pelas redes sociais. Principalmente e também com sites impostores a gente quando fala rede social, é porque é o grosso é na rede social, mas no Brasil por exemplo é principalmente no no Zap. Agora o Zap também é considerado uma rede social, o que ele faz as conexões das pessoas entre elas, né? É uma rede de pessoas então também a gente pode chamar os mensageiros instantâneas o telegram como todos os demais também como redes então nas redes sociais e mensageiros.  conversacionais que é o como eles também são chamados instantâneos especialmente no submundo do WhatsApp e em sites impostores exclusivos para abrigar fake News e teorias a conspiração eles são exclusivos eles são Eles imitam os sites da da Imprensa mainstream eles colocam as mesmas condições as mesmas cores pra imitar mesmo às vezes até o nome bem parecido, né? Então nesse estudo se já ateve ao espectro eleitoreiro são os políticos marketeiros e por tabelas e seus seguidores porque a intenção deles é fazer exposição seletiva partidária atacar os adversários modular o pensamento de eleitores e ganhar a eleição é eu escolhi a esfera eleitoreira, porque poderia ter escolhido as fake news na área da saúde com a Principalmente com questão da dos anti vacinas e tal, mas como que atrelar o estudo, principalmente a questão democrática, eu acho que

esfera eleitoreira ela é mais próxima não que as outras não todas elas acabam atingindo e deturpando a Democracia. Mas a questão eleitoreira era que dava para dar o melhor de exemplos uma terceira fase apesar do esforço de recuperação de informação desdobra-se um com auxílio Da Lógica dos algoritmos de Inteligência Artificial, o público é separado em bolhas para receber informações falsas e assim ter seu comportamento modulado você ver aqui mesmo, eu falo informações falsas, mas eu não gosto de usar informação falsa mensagem. É melhor informação é alguma coisa que informa a palavra informação é muito cara, né? É então para nós é muito é muita gente não deve usar não, tá? Então sempre usar a mensagem então para receber mensagens falsas e assim ter seu comportamento modulado, porque se ele tem se ele é modulado, né no pensamento e acaba sendo modulado em seu comportamento aproveitam para aprofundar as crenças embutidas em cada um as quais são as arraigadas e tal forma que ficam cegos para os fatos e acabam compartilhando as mensagens falsas, porque quererem acreditar que são verdadeiras. Às vezes é só querem acreditar, né? Eles até desconfiam que é mentira, às vezes querem acreditar que aquilo é verdade. Porque vão ao encontro de suas crendices então humanos não humanos ciborgues Bots, todos eles então auxiliam esse excesso né criam-se formas de narrativas que imitam o estilo jornalístico de redação e até mesmo copiam a arquitetura de sites para fingir e dizer sites de Jornalismo e assim enganar melhor os incautos, né? Porque nem todo mundo sabe diferenciar o que que é é uma notícia, ele quer é uma mensagem falsa. Às vezes tá numa numa numa plataforma. Que engana, porém utilizam-se do formato sensacionalista para chamar mais atenção da audiência. A gente vai Alguns vão dizer mas eu jornalismo tradicional também não usa de sensacionalismo muitas vezes até usa, mas não é regra, né? Não é regra do jornalista ficar fazendo fake News e ele às vezes usa sensacionalismo para começar com conquistar o público, mas não desse jeito que é feito a indústria, né da das mensagens falsas, né? Então também provoca uma excitação e também para emocionar as pessoas né as plataformas por sua vez passam a direcionar publicidade e fazem Vista grossa para disrupção provocada pelas mensagens falsas ecoando discursos de ódio por exemplo por serem um filão (sic) de impulsionamento engajamento público, então a gente sempre escutou no jornalismo, né tradicional a notícia boa, não dá engajamento não. Tem leitura agora a notícia ruim, né? Uma catástrofe um acidente um acidente um desastre se dá muito mais audiência, então a gente sabe que discurso de ódio ele dá mais audiência do que um discurso de amor, né?

Discurso romântico a gente brinca que eh. Se o se o homem dá um um beijo no no dá uma mordida um cachorro é uma notícia, né? Agora se o cachorro dá uma mordida no homem não era é uma coisa mais natural. Então esse discurso de ódio é um filão de impulsiona mento  e engajamento do público assim até ajudam na recomendação das barbaridades essas plataformas elas acabam ajudando recomendando porque elas querem a audiência também, né? Então assim alardeiam que mas elas acabam alardeando que bloquearam páginas perfis elas fazem isso de quanto a gente ouve dizer. Ah, o YouTube derrubou certas páginas, mas o pessoal volta volta com outro nome os perfis de mensagem falsas voltam na mesma hora que são derrubados constata-se que tudo começa com a publicidade de propaganda política é uma uma hipótese, né? Quando cheguei à conclusão, eh que desde os tempos analógicos promovem então mensagens falsas nas campanhas de candidatos políticos é preciso investir em uma ampla educação midiática democrática ou aprendizagem de mídia literacia midiática tem vários nomes. Ah, seja um nome que for para que em cada passo desde crianças comecem a saber diferenciar. O que é verdadeiro ou falso desenvolvendo o espírito crítico para desconfiar que é facilmente oferecido tanto na circulação quanto no bloqueio ao acesso à informação porque a gente tem que ver também que desinformar é também é tirar visibilidade das das informações verídicas, não é e quando eu falo desde criança, eu já fiz nesse período todo também eu fui em algumas escolas conversar com os adolescentes, né pré-adolescentes e o que eles querem que é treta. Eles chamam de treta, a gente gosta das tretas ainda na internet, eles vão atrás das confusões das brigas aquele ódio que a gente tava comentando eles adoram treta. Eles não querem informação normal. Então a gente tem que tomar cuidado com isso tá para conversar com eles e e tentar desde  que então da tenra idade para que eles comecem a ter um pensamento uma um pensamento crítico a respeito existem antes das mensagens falsas. Mas elas escalaram e ganharam esforço triplicado para checar o que vem sendo proliferado como se fosse verdade elas ajudam mas não dão conta da velocidade da quantidade, ou seja da escala. em que as fake news atingem as pessoas não tem como até porque nem todo mundo lê mensagens das agências de checagem nem sempre a mesma agência de checagem dizendo que aquilo é mentira nem sempre atinge o público que já leu aquela mentira então é bem complicado a inteligência artificial, por exemplo ela se utiliza de robôs os chamados bots e amplificam né, ampliam multiplicando a reprodução das fake News e com eles não se conseguem competir a gente.

a gente é humano A gente não tem aquela hã aquela viralização que os bots têm né? Até o momento as leis brasileiras contra as fake News e tudo que vem na cola dela ou uma capilaridade das deepfakes ainda não foram implementadas totalmente, né? Foram discutidas, nem nem foram discutidas amplamente vão se representantes da sociedade e melhor pode falar sobre as leis é a Cristina, mas a gente tem visto tentativas. E essas tentativas não vão faltar a gente tem a CPI das fake news, porém não chegam a deter a sordidez  do seu Impacto, né? De qualquer forma é perigoso determinar o que é fake ou é verdade e não cair em patrulhismo em censura ou poda da liberdade de expressão, aliás é por causa dela que muitos fraudadores se pegam pra embutir mentiras por serem Livres entre aspas para se expressar afinal não é um teorema eles falam. Ah eu posso falar o que eu quiser até a fake news mesmo eu posso falar porque eu tenho liberdade de expressão, então eles deturpam essa liberdade, né? Então seria adorável trazer soluções resoluções ideias para mitigar nosso estado da arte estamos infelizmente em um beco sem saída, mas não devemos considerar apenas um Hype e nem ceder a ele porque as Big techs vão continuar a existir monopolizando " noves fora " reforçando capitalismo de dados que traz na rabeira o capitalismo de plataforma até cito alguns autores.

extraindo os nossos dados sensíveis ou não para gerar conhecimento e comercializá-los ao Bel é o prazer a propagandistas ou indústrias de consumo políticos governos entre outros que tem interesse nesses nossos dados, né? Vamos continuar a perseverar na mediação dos relacionamentos e é bom lembrar que as pessoas gostam de se expor Veja o Instagram, né? As pessoas gostam de se achar, né? interagir  trocar ideias, né? Ai. Achei um amigo de 30 anos atrás e também na nas comunidades virtuais comunidades virtuais não é de hoje, né? Além sempre eles desde que a internet existe são formadas as comunidades virtuais, né? Fazem bem aos solitários, por exemplo, quem não tem mobilidade que não né? Não consegue sair de casa, elas querem fugir do mundo real também tem né? Desde a época do Second Life, depois no metaverso um monte de gente quer sair do mundo real e também aos impedidos, né de ter mobilidade mesmo. Apenas quem quer divulgar o que faz no dia a dia tem gente que quer só divulgar o que eu tô fazendo aí do prato de comida que eu comi, né? Então dentro da ideologia do dataísmo que dá poder as ciências exatas na explicação dos nossos tempos ou da economia dos dados que chama de commodities da sociedade dataficada com dados críticos ou não cada vez mais em volta do capitalismo da vigilância no qual se busca atinar os nossos altos e baixos.

Além de scanear rostos e qualquer expressão que surgir porque não é só né? não é um rosto qualquer é da também expressões, né? Como as expressões se articulam o nosso rosto o que isso quer dizer, né os dados seguirão solicitados e às vezes exigidos, né? Quem não entrou em algum site que exige colocar lá um formulário com os nossos dados que a gente poder acessar, né? As pessoas não vão interromper esse fluxo vão vão continuar dando de mão beijada estes dados, até porque elas são Donas de seus dados e deliberam sobre eles, né? Até assinam os termos de uso sem ler, né? Tem que ler aquelas letrinhas pequenininhas, né? Sem saberem seus dados passam por um processo incontrolável de raspagem mediação de teias e imputação para aprendizados de máquina em outros procedimentos consolidados nesses tempos bicudos tudo não foi ser presciente nem uma panaceia para os diversos problemas envolvidos e nem acreditarem ingenuamente na serendipidade palavra difícil, cotidiana, mas sim como uma espécie de cartilha para os iniciantes no designo de abrir  considerações e só se plenificam ao atingir mais pessoas em Novos Rumos e diferentes estudos.

Estudos aprofundados né? Enquanto isso não acontece o estouro dos dados e a intrusão da desinformação persistem atravancando a cibercultura(sic) democrática a resposta peremptória. É sim os algoritmos vão nos dominar. Isso é muito perigoso, porque as pessoas gostam muito de ver né ver para crer, né? Ah, mas eu tô vendo ela falando, né? E ela tá tão bem feito atualmente que engana mesmo no começo das de fakes, você via que a boca ficava meio borrada, né? Os lábios ficavam borrados, então a gente olhava  gente que é da comunicação que a gente trabalha com com estudantes. A gente tem um pouco mais de atenção, mas a grande maioria das pessoas que olham. Aquelas imagens não estão preocupadas em ver esses detalhes técnicos. Por exemplo, né? Então passava batido, só que hoje os programas eles estão mais fáceis mais rápidos para você fazer deepfake. Então hoje em tudo que é aplicativo, te deixa fazer. E aí as pessoas brincam com isso acabam aprendendo e usam para então a a fazer uma uma uma uma uma disseminação de mentira, então a deepfake ela tá cada vez mais é Tecnicamente mais perfeita. Então ela engana mais facilmente e ela a gente pode chamar de um de uma eu eu chamava ela do Extremo das fake news mas agora com inteligência artificial generativa ela vem depois da preditiva, ela piorou um pouco porque como se fosse você pega um texto. uma

Fake News de texto ou de áudio, né? Tem muita gente que fala de vídeo que o vídeo é o que mais pega nas pessoas, mas se você for contar no Zap no Zap tem muita fake News de áudio que é é a voz da pessoa então não é não só a voz hã sintética, mas também a voz manipulada, né cortada então pela Inteligência Artificial é possível fazer deepfake de áudio de vídeo de fotos e tudo e esses textos por exemplo que agora estão estão muito conhecidos porque o o chatgpt ou "GPT" como eles falam ele ficou aberto para todo porque antes era só né fechado pra empresas agora é aberto para todo mundo as pessoas pedem para que esses textos tenham o o estilo de determinado autor. então engana é mais facilmente evandro. Você tem uma ampla possibilidade de usar a mensagem falsa, inclusive imitando um autor às vezes pensa. Será que alguém tá me imitando. Será que eu tenho uma linguagem específica, mas tem autores famosos, né, Pega Machado de Assis e pede para escrever pro chatgpt então eu falo  GPT, porque é mais conhecido, mas a gente tem vários, né? Tem vários  tem o bard que é do Google é parecido com os autores prediletos, então fica bem mais complicado, viu? Então naomi é bem complicado porque no Tik Tok tem as Principalmente as crianças, né? E então as crianças Elas têm mais propensão a acreditar, né? Então vem outro grande problema do TikTok é que tem muito eles ensinam como faz

então eles ensinam como você faz não só Ah uma um rosto diferente com filtro. Mas como você com isso que você já tá enganando, né? Os seus próprios seguidores também enganar fazendo então as chamadas fakenews então é um aplicativo não que os outros não tem esse tipo de coisa, mas no TikTok é um tema mais  o passo a passo de como você deturpa as coisas, né? Então isso é bem grave e o grave é isso mesmo que você falou que os jovens eles começam a ler as notícias, eles têm acesso ao noticiário pelo que toque às vezes só pelo tiktok mesmo. Então aquilo que a gente tava falando a gente tem que estar onde eles estão para poder entender que a gente eu tenho tiktok também, porque se a gente estuda redes sociais, a gente tem que estar dentro delas para poder entender como é o funcionamento delas, né? Então a gente percebe que é é viciante, né? Ele ele tem uma um jeito pior do que os outros de viciar o seu usuário, né? Naquela questão de você ter a aquela coisa de você ficar trazendo cada hora uma coisa, eu lembro que tinha o chatroulette de Notícias. E eu achava interessante porque você ia escutando notícias de vários lugares do mundo e você só ia passando passando passando passando passando passando e escutando essa notícia não interessa vou pra outra essa não me interessa. Vou pra outra e o que eu gostava não só dessas notícias internacionais do mundo, mas é que eram várias línguas e aproveitava para

Aprender as línguas né? Então mesmo recurso o chatroulette bem anterior a todas essas redes. pena que o chatroulette Depois virou uma coisa de né deturpou as pessoas começaram a mostrar a escolha e a notícia em desuso. Mas isso acontece muito o próprio Second Life também hoje você entra lá não é só né? Então a gente tem que tomar cuidado porque acaba virando também um um antro um antro de de coisas que as crianças não deveriam ter acesso. Então é muito importante. Inclusive, por exemplo na questão do estudo. A criança ela vai a base dela é do do TikTok, pra tem a formação para fazer uma redação, amanhã é a chatgpt que ela vai usar pra estudar, entendeu? Então a gente tem que não não dá nada da banir porque tá tudo aí é difícil derrubar essas plataformas, mas a gente tem que conversar com essas crianças, tem que entrar nas escolas a gente como educadores. Temos que estar ali vendo o que que a gente pode fazer com essas plataformas porque não tem como a gente simplesmente falar não entre porque as crianças vão entrar principalmente por ser proibido aí que elas vão entrar mesmo, Tem um monte de linha de código, sei lá abriu o código do algoritmo é desses códigos, eles mudam o tempo são  linhas, você que é dá computação, você sabe melhor do que eu,  são milhões de linha de código, então tudo bem mesmo que tem para os nossos desenvolvedores programadores as pessoas que entendem não tem muito o que a gente fazer o que eu acho que a gente podia ver com

com mais investigação é a questão de quem tá por trás, né? Sempre a questão quem tá por trás e aí quando você fala dessa ética entra a as plataformas que não tem ética, porque elas não estão preocupadas com isso. Elas querem é visibilidade querem aumentar sua audiência para poder vender os dados pra propaganda, né? Essa propaganda não é só um produto que se compra, né? Um perfume é também uma campanha política, entendeu? Então assim é uma uma ideologia política, então assim a a plataforma ela não tem interesse, não tem preocupação ética no jornalismo existem regras éticas no jornalismo aí tudo bem? Tem um ou outro que vai né sair fora, mas não é não é todo dia que o tal jornalista acorda e fala vou transgredidas as regras não é isso que ele faz, aí você tem as pessoas que fazem né? Que trabalham nessa indústria. Elas estão ganhando dinheiro e pior que (sic) um pouco, né? Então você tem desde os meninos lá da Macedônia que faziam sites e faziam a pegavam as notícias deturpam até pessoas que ficam ali clicando até pessoas que ficam na Inteligência Artificial ãhn caracterizando, né? "tageando", isso é um cachorro. Isso é um gato isso não é uma raposa. Então você tem muita gente trabalhando nessa indústria e as pessoas que trabalham muitas vezes. É porque não tem outra opção ou porque a é uma opção mais fácil não tão né com a ética. Então vão trabalhar pra essa indústria que o Eugênio chama de super indústria, inclusive de desinformação por conta de quem?

Nem aí e assim como a gente tem aí tem naqueles outros motivos que eu te falei que aí foge da ética porque as pessoas querem é ficar tranquilas com a sua crença. Elas querem ficar hã, sabe hã sem provocar. Elas não querem provocar sua crença aquilo que a que a Cristina falou não quer sair da zona de conforto sabe? Ela quer ficar ali não, eu acho que isso não deve ser a verdade. Então ela tem uma crença arraigada que ela ela quer acreditar naquilo ela acaba viralizando então é um conjunto Evandro complicado de muita gente envolvida nessa super indústria que acaba então não não tendo ética quando dispara quando mesmo quando apenas compartilha uma desinformação se você está compartilhando, você já tá fora da ética de que você está compartilhando se você tem dúvida, não é agora também que as pessoas que acham que são é acham que aquilo é verdade mesmo. Você vai ter as pessoas inocentes né? Engolirá todo mundo. Esse é o ponto então é muito ruim que nesta votação 257 deputados tenham trabalhado para derrubar o veto e 41 senadores então tem 257.

Deputados hoje contra a democracia quando eu falo democracia eu tô falando da medida que Visa punir quem é funcionário público e se engaja em projetos golpistas que visa punir que Visa punir quem é militar e se engaja em atentados golpistas dando a eles uma pena maior tanto aos militares quanto aos funcionários públicos em geral então há 257 deputados atuando contra democracia na minha avaliação e 41 senadores É sério ou não é bastante sério.


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Rick Artemii - 30/05/2024




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